O que prestar atenção na hora de montar uma carteira de renda fixa (e quais investimentos considerar)

O que prestar atenção na hora de montar uma carteira de renda fixa (e quais investimentos considerar)

Elevada pela sexta vez consecutiva pelo Copom (Comitê de Política Monetária), a taxa básica de juros Selic está atualmente em 7,75% ao ano, e parece estar distante do fim do ciclo de alta. 

Segundo a mais recente edição do Boletim Focus, as expectativas do mercado financeiro giram em torno de um acréscimo de 1.5 p.p. na próxima reunião, a ser realizada no início de dezembro, o que colocaria a taxa num patamar de 9,25%. O “remédio amargo”, como o mercado tem apelidado essa escalada dos juros, busca amenizar os riscos inflacionários, políticos e fiscais do país.

A taxa estava em seu patamar mais baixo de 2% ao ano até meados de março e impulsionava a adesão de mais investidores à renda variável. Agora, com a previsão da Selic chegar a 11% em 2022, de acordo com as expectativas dos agentes econômicos consultados pelo Banco Central, naturalmente as pessoas tornam a olhar para os produtos de renda fixa. 

Mas você conhece essa classe de investimentos? Na hora de selecionar os ativos, o que você deve levar em consideração para otimizar seus investimentos? Veja no texto a seguir.

Como montar uma carteira de renda fixa?

Antes de montar uma carteira de renda fixa, você precisa estar atento a critérios como o seu perfil de investidor – se conservador, moderado ou agressivo – e o tempo para cumprir seus objetivos – curto, médio ou longo prazo. Essa avaliação permite que você conheça a sua tolerância ao risco e outros fatores-chave que devem ser levados em consideração como segurança, liquidez e rentabilidade.

A remuneração desses títulos de renda fixa pode ser prefixada, como o Tesouro Direto (com uma porcentagem fixa aplicada durante todo o tempo do investimento); pós-fixada, como o Tesouro Selic (atrelada à Selic, com referência definida pelo COPOM do Banco Central a cada 45 dias); ou híbrida, como o Tesouro IPCA+ (contém parte da remuneração fixa e parte indexada ao índice inflacionário). 

Outros títulos oferecem ainda a possibilidade de proteger aplicações de até 250 mil com o Fundo Garantidor de Crédito, como os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) e há também as debêntures incentivadas, com alíquota zero na declaração de Imposto de Renda.

De todo modo, recomenda-se que o investidor diversifique o portfólio, com papéis que ofereçam diferentes vantagens para diferentes objetivos, como se proteger da inflação.  Nesse sentido, vale a pena conhecer o Peer to Peer Lending (P2P) — modalidade de investimento em dívidas de empresa que está sendo reconhecido como “a nova renda fixa” pela sua relação equilibrada entre rentabilidade e risco.

P2P lending – Além da praticidade, mais rentabilidade

Nesse tipo de aplicação, os investidores emprestam seu dinheiro para pequenas e médias empresas que precisam de crédito para crescer. Em troca, o investidor recebe retornos superiores à média do mercado. Em vez de pedir diretamente para bancos e financeiras, o negócio opta por essa modalidade, por ser mais barato e menos burocrático. E o rendimento do investidor segue as condições oferecidas pela plataforma, sem precisar seguir a Selic. 

Na hora do investimento são definidos o prazo para o resgate e a rentabilidade. O valor da remuneração varia de acordo com o risco de cada uma das operações, que é definido pelo “rating” da empresa. Para saber como funciona essa classificação de risco, leia este texto!

“A Money Money Invest é um ponto de encontro do apetite dos investidores por aplicações que ofereçam rentabilidade real superior ao atualmente encontrado nos produtos tradicionais de renda fixa com a necessidade das empresas de obterem crédito com custo competitivo para se expandirem. No P2P lending, quando um lado do negócio ganha, todos ganham”, destaca Marcos Travassos, CEO da Money Money Invest.

Está montando sua carteira de renda fixa? Então abra a sua conta na Money Money e inclua o P2P lending!

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