Com a inflação beirando os 9% em 2021 é preciso proteger o seu patrimônio contra a desvalorização: saiba como o P2P Lending pode ajudar

Com a inflação beirando os 9% em 2021 é preciso proteger o seu patrimônio contra a desvalorização: saiba como o P2P Lending pode ajudar

Pela 24ª vez consecutiva foi elevada a projeção para a inflação acumulada em 2021. De acordo com pesquisa divulgada no último dia 20 pelo Banco Central, a atual estimativa foi estabelecida em 8,35%. Não é difícil de se imaginar, portanto, que ao final de dezembro o índice real possa ultrapassar a barreira dos 9%, maior registro de alta generalizada nos preços desde 2015 (quando ultrapassou os 10%) e com potencial para se tornar o terceiro mais elevado IPCA já registrado ao longo dos últimos 20 anos (em 2002, a inflação efetiva foi de 12,53%). 

Porém oscilações nos índices econômicos podem ser também sinônimos de oportunidades para os investidores. Mas é natural que a primeira e mais urgente pergunta que se faça diante deste cenário seja: como preservar o poder aquisitivo do patrimônio com uma queda tão brusca do real poder de compra do dinheiro?

O que fazer?

Existem algumas modalidades de investimento que seriam capazes de anular o efeito depreciativo da inflação sobre o dinheiro, porém, fatores como liquidez e risco precisariam ser considerados nessa equação. Quando falamos sobre um índice tão volátil quanto a inflação – que em tempos recentes no Brasil já variou quatro, até cinco pontos percentuais entre um ano e outro –, a busca por segurança numa aplicação tradicional de renda fixa em longo prazo está longe de ser a mais rentável das escolhas.

Opções promissoras

Criado em 2005 no Reino Unido, o Peer to Peer Lending (P2P) foi implementado com sucesso na Europa e Estados Unidos antes de ser regulado pelo Banco Central no Brasil em 2018, por meio da resolução nº 4.656. A grande sacada da modalidade de investimento é a conexão entre pessoas físicas interessadas em investir e empreendimentos que precisam de recursos para financiar projetos. Aos tomadores de empréstimos, a modalidade oferece juros mais acessíveis do que os ofertados por bancos tradicionais. Aos investidores, rentabilidade acima da média de mercado. Ao país, o desenvolvimento de médias e pequenas empresas, gerando emprego, renda e crescimento para a economia.

Como isso é possível? 

Por intermédio das ofertas disponíveis na plataforma de P2P lending da Money Money Invest, por exemplo, os investidores têm acesso a uma lista de empresas que buscam financiamento. Cada opção reúne rentabilidade, prazo de pagamento e condições contratuais distintas. Desse modo, o investidor pode cuidadosamente selecionar o cenário que melhor atende às suas necessidades. 

A rentabilidade, como nas demais opções de investimento, é uma grandeza inversamente proporcional ao risco, variando entre entre 12% e 28% ao ano, a depender do contrato e do próprio investidor reaplicar seus recursos na plataforma. São resultados, porém, que não apenas estão acima da renda fixa “tradicional”, mas podem vencer a inflação. Outros atrativos são: ausência de taxa de administração e valor mínimo de aporte acessível para começar a investir (R$ 500).

Outro fator de atração do P2P é o seu caráter de curto e médio prazos (pode ser também uma opção para longo prazo, em caso de reaplicação) indicados para quem busca proteção contra a inflação, tornando assim o investimento bastante interessante como ferramenta de diversificação para uma carteira bem equilibrada.

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