Escalada do “risco Brasil” torna bolsa de valores menos atrativa e faz investimentos na economia real ganharem espaço

Escalada do “risco Brasil” torna bolsa de valores menos atrativa e faz investimentos na economia real ganharem espaço

Desde o início da pandemia, o “risco Brasil” – ou Credit Default Swap (CDS) do Brasil – tem oscilado ao redor dos 200 pontos, o que o coloca acima de grande parte das avaliações das demais nações emergentes, tornando o país menos atrativo para investidores estrangeiros. Alta taxa de desemprego, elevação dos índices de inflação, iminente crise hídrica, sucessivos desentendimentos entre os poderes executivos e legislativo e a falta de clareza com relação ao cenário eleitoral de 2022 são fatores que contribuem para que o risco Brasil oscile em índices elevados.

Para efeito de comparação, o patamar atual está muito distante da faixa dos melhores níveis registrados pelo índice, por volta de 100 pontos, alcançados entre o final de 2019 e início de 2020.

Confira como o “risco Brasil” influencia nos investimentos e como a economia real pode ser uma opção 

Mercado tradicional

A bolsa de valores, especialmente no curto e médio prazos, é um dos mais sensíveis mercados e reflete os fatores macroeconômicos e políticos em sua performance. Se a conjuntura não é favorável, é bastante provável que a bolsa também tenha um desempenho fraco. Como nem todos são capazes de enxergar as oportunidades que se apresentam nestes cenários, onde devem investir aqueles que consideram a bolsa menos atrativa no momento?

O primeiro fator que precisa ser considerado é a boa e velha diversificação. Contar com diferentes classes de ativos na carteira de investimentos é aconselhável em todos os momentos, ainda mais em cenários nos quais a bolsa, ou a renda fixa, por exemplo, não ofereçam as melhores perspectivas de rentabilidade. 

Economia real

E é nesta lacuna que se apresenta uma modalidade econômica que caminha à parte dos títulos e papéis. Estamos falando da chamada economia real, que está por trás das atividades que geram valor no dia a dia e nos impacte de forma direta, com geração de emprego, riqueza, renda e desenvolvimento. 

Compra de participação em empresas não listadas na bolsa, investimento em oferta de crédito a pessoas físicas, empréstimos para empresas por meio do P2P Lending ou projetos ligados à infraestrutura são algumas das operações que integram a economia real. 

A vantagem é contar com uma opção de investimento em atividades essenciais para o desenvolvimento do país, além de ser uma forma de diversificar e blindar seu portfólio de investimentos contra o risco ou a baixa rentabilidade do mercado de capitais tradicional. 

Investir na economia real é movimentar a economia de maneira direta, promover maior riqueza ao setor produtivo e, assim, apoiar o desenvolvimento nacional. “Por meio do formato de P2P lending, a Money Money estimula e promove este movimento ao conceder crédito para empresas que estão buscando se expandir ao mesmo tempo em que disponibiliza opções de investimento atraentes para quem está buscando uma carteira diversificada e que traga possibilidade de rendimentos acima da renda fixa tradicional e relação equilibrada entre rentabilidade e exposição a risco”, destaca Marcos Travassos, CEO da Money Money.

Tem interesse em saber mais e investir na economia real? Fale agora com um consultor da Money Money Invest.

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