Como a Money Money Invest escolhe as empresas que farão parte da plataforma?

Como a Money Money Invest escolhe as empresas que farão parte da plataforma?

Investir em crédito privado traz a possibilidade de conseguir ótima rentabilidade com uma relação equilibrada de segurança. Até por isso, o modelo de P2P lending (ou peer to peer lending) está ganhando cada vez mais adeptos, sendo chamado de “A nova renda fixa”. 

Ainda não conhece a modalidade? Então confira este texto e saiba tudo!

Em linhas gerais, como funciona? Por meio de uma plataforma, você empresta dinheiro para uma empresa, como um banco faria. Em troca, receberá seu dinheiro de volta com juros em um prazo determinado. Na MoneyMoney Invest, por exemplo, existem contratos com prazo de 12, 18 e 24 meses. 

O objetivo da plataforma é que todos saiam felizes: o empresário terá acesso mais fácil ao crédito que precisa para expandir o seu negócio, e com juros mais atrativos que os oferecidos pelos bancos. O investidor ganha uma opção a mais para diversificação da sua carteira, podendo obter rentabilidade superior aos títulos tradicionais de renda fixa, como Tesouro Direto ou CDI, por exemplo. Para a plataforma, o ganho vem por meio do serviço prestado para análise de risco, monitoramento pós-crédito e ambiente seguro para operação dos clientes.

As condições oferecidas atraem cada vez mais o interesse dos empresários, principalmente em um cenário econômico que ainda oferece fragilidade devido à pandemia da Covid-19. Por isso, o contexto traz ainda mais uma grande responsabilidade para a MoneyMoney Invest: encontrar as empresas que não estejam em grau “especulativo” para o investidor.

Quer saber o que isso significa e como a MoneyMoney invest realiza essa análise? Confira abaixo!

Riscos calculados 

Toda empresa tem risco de, em algum momento, não conseguir honrar seus compromissos. Mudanças de mercado, menor demanda pelo produto ou serviço oferecido ou até ingerência por parte dos empresários podem trazer problemas financeiros e o pesadelo da inadimplência. Por esse motivo, o setor de análise de risco é um dos mais estratégicos das instituições financeiras.

É comum  no mercado financeiro que as empresas sejam classificadas pelo seu grau de risco, o chamado rating. Se quer saber mais sobre como ele funciona, confira este texto!

O patamar mais baixo dos graus de investimento é o “especulativo”. Em linhas gerais, essas são as empresas de risco mais alto. O investidor que resolve aplicar seu dinheiro está, como o próprio nome diz, “especulando”. Isto é, tem a consciência de que há chances de não receber seu dinheiro de volta. 

E por que alguns investidores resolvem correr tamanho risco? Simples: alta rentabilidade. Há investidores (e até fundos de investimentos) especializados em “seed funding” (“financiamento semente”, em tradução livre) ou “investimento anjo”, por exemplo, que significa encontrar empresas em fase de projetos e “alimentar o caixa”, para dar condições de a ideia vingar. Se der certo, o capital investido pode ser multiplicado múltiplas vezes.

Esse tipo de financiamento “especulativo” é comum principalmente no mercado de startups. Algumas das maiores empresas brasileiras de hoje em dia, como o QuintoAndar, Nubank e iFood, em algum momento do início precisaram “turbinar” seus caixas para desenvolver as ideias. 

E deu certo: essas empresas se tornaram “unicórnios”, como são chamadas as startups que alcançam valor de mercado acima de US$1 bilhão. 

Equilíbrio entre risco e rentabilidade

Na MoneyMoney Invest, a captação de recursos pela plataforma só é autorizada para empresas que ofereçam risco entre patamares médio e baixo. Não são aceitas aquelas de grau “especulativo”. 

Isso porque o objetivo com o P2P não é procurar unicórnios – embora isso não signifique que uma empresa que passou pela plataforma não possa vir a se tornar bilionária -, mas oferecer aos investidores opções equilibradas entre risco e rentabilidade.

Em uma escala de rating que abrange 14 níveis de risco, entram nas rodadas de captação as empresas que obtêm notas entre AAA – mais seguro de todos – e C3 – risco de médio para alto. As especulativas, D, E e F, ficam de fora.

Como diz a regra de ouro dos investimentos: maior risco significa maior potencial de ganhos. Por isso, o ideal com o P2P é diversificar o máximo possível. “Nosso sistema dá ao investidor a possibilidade de criar uma carteira com risco totalmente administrável. Assim, ele escolhe o quanto quer se expor em troca de uma rentabilidade maior. Isso dependerá também dos outros ativos que já compõem o seu portfólio de investimentos, como títulos públicos, ações, letras de câmbio etc.”, explica Marcos Travassos, CEO da Money Money Invest. 

Segundo Travassos, a vantagem para o investidor, ao contar com o P2P, é justamente conseguir rentabilidade maior que a oferecida pelos títulos públicos, mas sem as emoções fortes do mercado acionário. “ Com essa pulverização do risco entre diversas empresas é possível alcançar patamares de rentabilidade acima do CDI, modalidade de referência para avaliar a performance do P2P, com nível de exposição muito próximo da renda fixa”, compara o CEO.

Como escolher?

Mas com empresas em 14 diferentes níveis de risco, qual será a melhor proporção entre elas? Isso dependerá do seu perfil de investidor. Os mais conservadores manterão em seu portfólio uma maioria de contratos com rating acima de B1, com algumas outras opções de risco médio e algumas poucas com risco mais alto. 

Nos perfis moderado e agressivo, contratos com rating entre “B1” e “C3” vão ganhando cada vez mais espaço. Porém, é preciso sempre investir com responsabilidade e lembrar que rentabilidade passada não significa rentabilidade futura.

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